quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

O moribundo...

Na solidão das ruas e avenidas, anda.
Sob o pretexto de que seus pés  são as
diretrizes, e que só um verbo o comanda,
O verbo continuar...
Não olha para  trás, pois, assim  não
sofre, não tem do que  se  arrepender. 
Caminhando, reflete por um tempo os
desatinos, mas  não olha  para  trás, 
temendo  ver as lágrimas de angústias,
derrama as gotas  no sereno frio  da
alta madrugada. Foge, foge de tudo e
de si mesmo,  não olhando para  trás.
Adormece  sonhando, com um sonho
qualquer... mas um sonho  bom...
Um sonho  livre e sem falsa
ilusão...Até sorri sob a Lua!  Com olhos
pesados ...não deve satisfações, não é
eleitor...não paga impostos, não tem o
pão...Ah!... mas não olha para trás, pois,
se chora, suas lágrimas confundem - se
com o chão...   A  chuva  molhando  as
calçadas  apagam   as tristezas, e a  fome,
numa oração ...Ninguém vê!
É natal...chorar por quê ?

domingo, 2 de dezembro de 2012

Natal seria um dia qualquer, mas não é. É dia de se pensar o quanto fomos presenteados pela vida a fora...com Vida e mais Vida!
Obrigada Senhor ! Que todos tenham um Feliz Natal e Vital Ano Novo!

Refletindo...

Há momentos em que reflito...
Por quê?
Todos nós temos tantas batalhas em torno do que é certo ou errado. Poderíamos simplesmente saber...
Poderíamos simplesmente pontuar as coisas com tal perfeição  que não haveriam dúvidas, só existiriam  fatos, a racionalidade perfeita,  Claro que é uma utopia...e talvez essa perfeição não nos
atinja com facilidades, pois,  nós é quem temos que alcançá-la, principalmente por sermos seres insatisfeitos sobre a terra...
Incapazes de doar amor, respeito ou perdão, sem que para isto,  não  tenhamos pesado muito bem ...¨O que é que eu ganho com isso?".  Evidentemente,  a perfeição tão sonhada  não combina com ingratidão e nem com obras inacabadas, mas, somos uma certeza...Obras do Criador!  Jesus nos deu licença quando disse:  ¨Sede Perfeitos, como nosso Pai é Perfeito ¨.  Então, a perfeição existe! Logo, por qual motivo nos demoramos tanto. É o medo de errar?  É o  orgulho? Somos imperfeitos demais para reconhecermos nossa pequenez? Será que voamos muito alto e esquecemos que não tínhamos asas? Então, me vem à mente uma frase antiga: " O bem que eu quero, eu não faço, mas o mal que eu não quero sempre acabo fazendo... por  quê ? "